quinta-feira, 24 de março de 2011
Prémio Nacional de poesia Sebastião da Gama 2011
Entrega de trabalhos até 31 de Março'11
Regulamento:
http://www.jfreg-slourenco.pt/Benvindo_files/SKMBT_C25211012519100.pdf
Regulamento:
http://www.jfreg-slourenco.pt/Benvindo_files/SKMBT_C25211012519100.pdf
Sobre: Felizmente há Luar
A pedido do Ivan :-) :
http://www.prof2000.pt/users/jsafonso/Port/luar.htm
http://aulaportugues.no.sapo.pt/textosapoiofhl.htm
http://www.lithis.net/52
http://www.prof2000.pt/users/jsafonso/Port/luar.htm
http://aulaportugues.no.sapo.pt/textosapoiofhl.htm
http://www.lithis.net/52
quarta-feira, 23 de março de 2011
MATRIZ DO TESTE SOBRE: Felizmente há Luar
Estrutura:
I Grupo: Verificação de leitura, perguntas dirigidas ao conhecimento da peça. (50)
II Grupo: Perguntas de interpretação de texto e ainda sobre acção, personagens, espaço e tempo. (50)
III Grupo: Preenchimento de espaços de um texto teórico dado. (50)
IV Grupo: Desenvolvimento de um tema (50)
Objectivos:
- Conhecer a peça
- Enquadrar historicamente a acção
- Explicar o contexto
- Relacionar tempos históricos
- Compreender e explicar o conceito de fábula histórica
- Reconhecer os símbolos da peça
- Identificar as características do texto dramático
- Perceber a originalidade desta obra do ponto de vista da forma e do conteúdo
- Conhecer e caracterizar: personagens, espaço, tempo e acção
- Relacionar a temporalidade e a intemporalidade desta peça
NOTA: Como foi desde o início informado, a leitura da peça é fundamental.
Para além disso, é suficiente a informação fornecida pelo manual (textos teóricos e “caixas”, como indicado na aula).
I Grupo: Verificação de leitura, perguntas dirigidas ao conhecimento da peça. (50)
II Grupo: Perguntas de interpretação de texto e ainda sobre acção, personagens, espaço e tempo. (50)
III Grupo: Preenchimento de espaços de um texto teórico dado. (50)
IV Grupo: Desenvolvimento de um tema (50)
Objectivos:
- Conhecer a peça
- Enquadrar historicamente a acção
- Explicar o contexto
- Relacionar tempos históricos
- Compreender e explicar o conceito de fábula histórica
- Reconhecer os símbolos da peça
- Identificar as características do texto dramático
- Perceber a originalidade desta obra do ponto de vista da forma e do conteúdo
- Conhecer e caracterizar: personagens, espaço, tempo e acção
- Relacionar a temporalidade e a intemporalidade desta peça
NOTA: Como foi desde o início informado, a leitura da peça é fundamental.
Para além disso, é suficiente a informação fornecida pelo manual (textos teóricos e “caixas”, como indicado na aula).
Marcadores:
Felizmente há Luar,
matrizes,
Testes
Sumários da semana de 21 de Março
Leituras dramatizadas.
Os tempos históricos.
Felizmente há Luar: a peça como espelho- O dramaturgo, a sua personagem e o general Humberto Delgado.
Os símbolos.
Tempo(s) histórico(s) e intemporalidade, espaço físico e social.
Os tempos históricos.
Felizmente há Luar: a peça como espelho- O dramaturgo, a sua personagem e o general Humberto Delgado.
Os símbolos.
Tempo(s) histórico(s) e intemporalidade, espaço físico e social.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Palavras soltas que se desprendem de uma folha de teste sobre Fernando Pessoa III
"
[...]
A razão em mim presente,
por vezes uma tentação
que me ouve frequentemente
o bater do coração.[...]"
Erica
"Fernando pensa, Pessoa sente
[...]Tivéssemos nós todos capacidade de genialmente nos fragmentarmos em cacos de vaso e atribuir somente sensações a uns e racionalidade a outros.![...]"
Margarida Soares
"[...] Enquanto novo seguidor do sensacionismo, pretendo agora conhecer mais e mais emoções e sentimentos! Estou farto da pasmaceira citadina e popular portuguesa! Quero mais! Muito mais!"
Afonso
"[...] Dei por mim quatro horas mais tarde, quando acabou o papel. Penso que entrei numa espécie de transe em adoração a este mecanismo. A marca de tinta fresca no papel e aquele cheiro intoxicante que ainda hoje está a encher o meu quarto. Os meus dedos a sentir as teclas pareciam peregrinos perdidos que finalmente encontravam algo a que poderiam chamar casa.
Sei que nunca hás-de ler esta carta, pois a tua morte já entrou na nossa vida...[...]"
Concha
"Criaste um Álvaro de Campos para cometer todas as irreverências sociais e políticas, até o levaste à rua contigo; (às vezes é-me difícil perceber onde é que acabas tu e onde começa ele). Buscaste um poeta disciplinado para equilibrar e compreenderes que o passado é o cadáver do presente e o futuro não o é. Ah... o mestre, ele é mestre, mas mesmo assim não te bastaria ser ele, tal como a ceifeira, gostarias de poder ser ele sendo tu.[...]"
Maria Leonor
"... a criação de um heterónimo parte de nós, algo como uma pessoa cortada em partes, dividindo e distinguindo as suas várias personalidades; [...] É bom sentir e imaginar que há sempre mais por dentro de nós, umas vezes por infelicidade e descontentamento...[...]"
Rita Grancho
"[...] a maior felicidade está relacionada com a inocência...[...]"
Rita Duarte
" Penso que faço
o relato do adeus
a complexidade incompleta
de um fingimento alcoólico
[...]
Aproximo-me do tempo
o sincero e desmedido
fingidor da realidade
a Hora é mentira
a Hora é verdade
[...]
"
Inês Marques
"[...]
- Não serei um só? Sendo eles partes de mim que vêem para lá do que eu vejo e acreditam para lá do que eu acredito, fazendo dos meus horizontes terrenos infindáveis?
[...]
Eu finjo, finjo muito, porque sem fingimento não haveria escrita nem arte de escrever, seria apenas uma descrição de momentos, seria uma explosão de sensações.Não sou assim. Minto para ser grande. Finjo, para jogar como mais ninguém joga. Mas também aceito. E não acredito.[...]"
Mariana Fonseca
"[...] o azul do rio
passa nas pedras
e traz os peixes
É bom olhar para o céu
ver como as nuvens dissipam o tempo
que passa, deixa marca nos sentidos
que envelhecem, mas sem que me preocupe.
Aproveitei ao máximo o que os sentidos me deram."
Beatriz
"[...] Ambos sabemos que a amplitude do único e individual está apenas no todo de partes que semeámos pelo mundo. E ambos, tristemente, concluímos que esta certeza não nos traz nenhum sossego. Pudéssemos ao menos cultivar as partes num vasto jardim de verde [...]"
Sofia Pires
[...]
A razão em mim presente,
por vezes uma tentação
que me ouve frequentemente
o bater do coração.[...]"
Erica
"Fernando pensa, Pessoa sente
[...]Tivéssemos nós todos capacidade de genialmente nos fragmentarmos em cacos de vaso e atribuir somente sensações a uns e racionalidade a outros.![...]"
Margarida Soares
"[...] Enquanto novo seguidor do sensacionismo, pretendo agora conhecer mais e mais emoções e sentimentos! Estou farto da pasmaceira citadina e popular portuguesa! Quero mais! Muito mais!"
Afonso
"[...] Dei por mim quatro horas mais tarde, quando acabou o papel. Penso que entrei numa espécie de transe em adoração a este mecanismo. A marca de tinta fresca no papel e aquele cheiro intoxicante que ainda hoje está a encher o meu quarto. Os meus dedos a sentir as teclas pareciam peregrinos perdidos que finalmente encontravam algo a que poderiam chamar casa.
Sei que nunca hás-de ler esta carta, pois a tua morte já entrou na nossa vida...[...]"
Concha
"Criaste um Álvaro de Campos para cometer todas as irreverências sociais e políticas, até o levaste à rua contigo; (às vezes é-me difícil perceber onde é que acabas tu e onde começa ele). Buscaste um poeta disciplinado para equilibrar e compreenderes que o passado é o cadáver do presente e o futuro não o é. Ah... o mestre, ele é mestre, mas mesmo assim não te bastaria ser ele, tal como a ceifeira, gostarias de poder ser ele sendo tu.[...]"
Maria Leonor
"... a criação de um heterónimo parte de nós, algo como uma pessoa cortada em partes, dividindo e distinguindo as suas várias personalidades; [...] É bom sentir e imaginar que há sempre mais por dentro de nós, umas vezes por infelicidade e descontentamento...[...]"
Rita Grancho
"[...] a maior felicidade está relacionada com a inocência...[...]"
Rita Duarte
" Penso que faço
o relato do adeus
a complexidade incompleta
de um fingimento alcoólico
[...]
Aproximo-me do tempo
o sincero e desmedido
fingidor da realidade
a Hora é mentira
a Hora é verdade
[...]
"
Inês Marques
"[...]
- Não serei um só? Sendo eles partes de mim que vêem para lá do que eu vejo e acreditam para lá do que eu acredito, fazendo dos meus horizontes terrenos infindáveis?
[...]
Eu finjo, finjo muito, porque sem fingimento não haveria escrita nem arte de escrever, seria apenas uma descrição de momentos, seria uma explosão de sensações.Não sou assim. Minto para ser grande. Finjo, para jogar como mais ninguém joga. Mas também aceito. E não acredito.[...]"
Mariana Fonseca
"[...] o azul do rio
passa nas pedras
e traz os peixes
É bom olhar para o céu
ver como as nuvens dissipam o tempo
que passa, deixa marca nos sentidos
que envelhecem, mas sem que me preocupe.
Aproveitei ao máximo o que os sentidos me deram."
Beatriz
"[...] Ambos sabemos que a amplitude do único e individual está apenas no todo de partes que semeámos pelo mundo. E ambos, tristemente, concluímos que esta certeza não nos traz nenhum sossego. Pudéssemos ao menos cultivar as partes num vasto jardim de verde [...]"
Sofia Pires
Sumários das aulas da semana de 14 de Março
Introdução ao Felizmente há Luar.
A fábula, a parábola.
Luís de Sttau Monteiro e Estado Novo.
Os tempos históricos.
O modo dramático: falas e notas cénicas.
Leitura expressiva de partes de Felizmente há Luar.
Análise dos aspectos históricos e psicológicos. Estado Novo e 1817.
Contexto e personagens.
Humberto Delgado e Gomes Freire de Andrade.
A fábula, a parábola.
Luís de Sttau Monteiro e Estado Novo.
Os tempos históricos.
O modo dramático: falas e notas cénicas.
Leitura expressiva de partes de Felizmente há Luar.
Análise dos aspectos históricos e psicológicos. Estado Novo e 1817.
Contexto e personagens.
Humberto Delgado e Gomes Freire de Andrade.
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