sábado, 11 de dezembro de 2010

Diário de Júpiter

Teste de Português: Composição
Tema 1

Sempre dei a mão aos lusitanos que conheci.
Não eram apenas mais uns, muito menos meros marinheiros. Eram lutadores da sua pátria e da sua própria essência, eram homens ferozes e do progresso.
Construíram e fizeram história a partir dos seus pés, mãos, espadas e navios. Enquadravam-se numa sociedade de glória. Para além de serem Portugueses, eram Portugal, no seu mais alto nível, no seu auge.
Hoje desmembraram-se, perderam as raízes. Resta apenas o caule da flor que os verdadeiros lusitanos plantaram, regaram e estimaram.
Neste momento esse caule é tudo e nada. É tudo, pois é tudo o que têm e que lhes resta, é um simples nada pois decidiram auto-destruir a sua própria essência e fragrância.
Se Hoje os ajudava a chegar à Índia? Não. Já que te destruíste sozinho, levanta-te sozinho. Não vou regar algo que não quer ser regado e recuso-me a colocar ao sol algo que não quer florescer.
É caso para dizer, cresce Portugal!


Ana Sofia Cabrita, nº3, 12ºD

Biblioteca digital Fernando Pessoa

http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/bdigital/index/index.htm

A parte escrita da oralidade


 “7 de Julho
Bom dia! Todavia, na cama se multiplicam os meus pensamentos em ti, minha amada imortal; tão alegres como tristes, esperando ver se o destino quer ouvir-nos. Viver sozinho é-me possível, ou inteiramente contigo, ou completamente sem ti. Quero ir bem longe até que possa voar para os teus braços e sentir-me num lugar que seja só nosso, podendo enviar a minha alma ao reino dos espíritos envolta contigo. Tu concordarás comigo, tanto mais que conheces a minha fidelidade, e que nunca nenhuma outra possuirá meu coração; nunca, nunca… Oh, Deus! Por que viver separados, quando se ama assim?
Minha vida, o mesmo aqui que em Viena: sentindo-me só, angustiado. Tu, amor, tens-me feito ao mesmo tempo o ser mais feliz e o mais infeliz. Há muito tempo que preciso de uma certeza na minha vida. Não seria uma definição quanto ao nosso relacionamento?… Anjo, acabo de saber que o correio sai todos os dias. E isso faz-me  pensar que tu receberás a carta em seguida.
Fica tranquila. Contemplando com confiança a nossa vida, alcançaremos o nosso objectivo de vivermos juntos. Fica tranquila, queiras-me. Hoje e sempre, quanta ansiedade e quantas lágrimas pensando em ti… em ti… em ti, minha vida… meu tudo! Adeus… queiras-me sempre! Não duvides jamais do fiel coração de teu enamorado Ludwig.
Eternamente teu,
eternamente minha,
eternamente nossos.”

Ludwig van Beethoven (Compositor Erudito Alemão, 1770—1827)


     Esta carta foi encontrada na secretária de Beethoven, juntamente com o seu testamento, depois da sua morte. As cartas não tinham qualquer identificação de destinatário, nem local, estavam apenas dirigidas à “Minha Amada Imortal”.
    Sempre houve várias especulações em volta deste mistério, porém, mais tarde veio a saber-se a identidade da mulher misteriosa, ou pelo menos, é esta a versão mais lógica e aceitável.
Chamava-se Antonie (Von Birkenstock) Brentano. Era casada e tinha quatro filhos. Mudou-se para Viena, por causa de negócios que o seu marido possuía lá, e foi através de sua cunhada que então eles se conheceram.
Ela era uma mulher muito doente, e consta que Beethoven a visitava muitas vezes e tocava piano para ela. Eles mantinham um romance secreto. Pensa-se que se encontravam sempre no mesmo local, a uma determinada hora.
Passados dois anos, Antonie parte de Viena e desde então eles nunca mais se viram. E as cartas que lhe eram destinadas nunca lhe foram entregues. Beethoven amou-a durante toda a sua vida.
Inspirado e baseado nestas cartas, foi escrito um romance “Minha Amada Imortal” e posteriormente, foi feito um filme com o mesmo nome.

Segredo
Segredo eu
No mais secreto lugar
Um tal segredo
Que não posso revelar.

Segredo obscuro será esse?
Talvez algo vulgar,
Algo sem interesse...
Porque desperta tamanho
Desejo em partilhar?

Segredo eu
No mais secreto lugar
Que esse obscuro segredo
Jamais  irei revelar.

Irina Ivanenco 12ºF, Nº13

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Treino de Oralidade:

Excerto do texto que eu li, trata-se duma passagem do principio do livro Romance Incompleto, do meu tio-bisavô que acho que retrata muito bem a situação tanto do protagonista como o meu tio-bisavô.

Era meio dia e o sol caía a pino. O gado estendido no chão, á sombra dos ervideiros, ruminava o pasto que havia devorado antes daquela hora ardente. Um pouco afastado, encostado ao bornal, encoberto por uma moita, o pastor passava o ócio, lendo soletradamente um livro velho, cujas folhas em alguns capítulos, com o tempo e o correr de mãos, haviam desaparecido; pois este já fora usado por outros pastores que ainda o menos o haviam compreendido. Manuel, porém, meditava sempre em todas as palavras, embora em muito custo abrangidas. Por fim, percebeu que se tratava da vida de um pastor como ele, que um dia fugira para a cidade e achara fortuna.
O primeiro capitulo do livro estava completo e, pela descrição do autor, Manuel julgou-se em condição de imitar o herói do romance. O processo do enredo era complicado, mas o pastor, mas o pastor, por cuidadoso, lia e relia as frases para melhor se inteirar do assunto. Ele tinha quinze anos, e desde pequenino que guardava o gado, única ocupação que lhe era acessível. As poucas letras que aprendera, fora à custa da grande força de vontade, pois, desde muito novo, por instinto ou por curiosidade de inexperiente, o seu sonho era emigrar.

Comentário:
Este livro é incrível, para mim é absolutamete incrível. É a prova viva de como um homem (o meu tio-bisavô) através da vontade e do esforço, consegue passar de um pastor de rebanhos a um escritor de livros, ou seja, consegue instruir-se, sem recorrer à escola, e passar de alguém de pouca cultura e analfabeto a um escritor, que é considerada um posição ocupada por pessoas bem instruídas e letradas.
Este excerto permite resumir quase toda a história, trata-se de um pastor (como o meu tio-bisavô) que, através de um livro que retrata um pastor na mesma situação dele, decide ir para a cidade e achar fortuna, como o personagem do conto). Só esta parte, está escrita de forma genial: o livro fala duma pessoa como o meu tio-bisavô que procura fortuna após ter lido um livro sobre um pastor na mesma situação dele que a achou. Temos portanto a mesma pessoa em períodos e dimensões diferentes: o meu tio-bisavô que era o escritor deste livro enquanto procurava fortuna (o pastor do presente), o personagem da história que está a aprender a ler um livro, quem sabe este mesmo que o meu tio-bisavo escreveu, e sonha em emigrar e procurar fortuna (o pastor e meu tio-bisavo do passado) e o personagem do livro que o personagem do livro do meu tio-bisavo está a ler, que era um pastor que tinha fugido para a cidade e achado fortuna (o pastor e meu tio-bisavo do futuro, agora passado) Um texto tão paradoxal como este (como pode o personagem do livro ler um livro que falava sobre ele e, provavelmente escrito por ele próprio no futuro, enquanto o meu tio-bisavô ainda estava a escrevê-lo), uma situação tão extrema de "teatro dentro do teatro".

Tema de improviso: Limites

Os limites são a linha que marca o máximo da capacidade de qualquer coisa. O limite da força, da velocidade, da inteligência, tudo tem um nível que não pode ser ultrapassado e é esse nível que nos permite ver o quanto limitados e condicionados estamos, pois é esse nível que nos condiciona.
Eu não concordo com isso, os limites existem para serem ultrapassados, são esses máximos que nos levam a querer ser sempre melhores e a evoluir além das nossas possibilidades. Eu acredito que, através do esforço e da vontade, podemos ser melhores do que somos e ultrapassarmo-nos a nós mesmos, é o que nos torna imperfeitos e nos permite, portanto, avançar sempre em direcção à perfeição. Tenho de acreditar, porque se isto não for verdade, qual é o propósito do humano? A humanidade já não é um bando de homens das cavernas ou um bando de refinados com uma folha a tapar as zonas intimas (dependendo da religião); evoluimos e, tal como o meu tio-bisavô que conseguiu superar as suas limitações de analfabeto, até ao nivel de um escritor letrado. podemos sempre chegar mais longe.

André, 12 D

Momento de oralidade, O Pensamento do Mar

1 - Excerto

"Nasci em um tempo em que a maioria dos jovens haviam perdido a crença em Deus, pela mesma razão que os seus maiores a haviam tido - sem saber porquê. E então, porque o espírito humano tende naturalmente para criticar porque sente, e não porque pensa, a maioria desses jovens escolheu a Humanidade para sucedâneo de Deus. Pertenço, porém, àquela espécie de homens que estão sempre na margem daquilo a que pertencem, nem vêem só a multidão de que são, senão também os grandes espaços que há ao lado. Por isso nem abandonei Deus tão amplamente como eles, nem aceitei nunca a Humanidade. Considerei que Deus, sendo improvável, poderia ser, podendo pois dever ser adorado; mas que a Humanidade sendo uma mera ideia biológica, e não significando mais que a espécie animal humana, não era mais digna de adoração do que qualquer outra espécie animal. Este culto da Humanidade, com seus ritos de Liberdade e Igualdade, pareceu-me sempre uma revivescência dos cultos antigos, em que animais eram como deuses, ou os deuses tinham cabeças de animais.
Assim, não sabendo crer em Deus, e não podendo crer numa soma de animais, fiquei, como outros da orla das gentes, naquela distância de tudo a que comummente se chama a Decadência. A Decadência é a perda total da inconsciência; porque a inconsciência é o fundamento da vida. O coração, se pudesse pensar, pararia."

PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego, vol. I, Assírio & Alvim

2 - Dissertação - Festival Islâmico de Mértola

A vila

Mértola é uma vila alentejana, situada no concelho de Mértola, distrito de Beja. Rodeada pelo rio Guadiana, a vila de Mértola foi uma vila muito cobiçada no passado por ser um pólo favorável às rotas comerciais, estabelecendo, através do rio, uma ligação com o Mediterrâneo. Situada numa elevação, também esta característica lhe convém uma condição de defesa natural.

O Festival

O Festival Islâmico de Mértola celebra a forte influência islâmica da vila. É um festival bienal e a próxima edição será em 2011. Durante os 4 dias em que se realiza - normalmente em Maio -, o souk (mercado árabe) é montado nas ruelas da vila, coberta de panos e motivos islâmicos. Há também um cartaz cultural repleto de actividades, entre as quais se destacam: exposições, colóquios, concertos, dança exótica junto ao rio, concursos, workshops de culinária marroquina, artesanato, visitas guiadas ao centro histórico, animação de rua, percursos de barco, atelier de caligrafia árabe, teatro de rua, entre outras.


3 - Improvisação - O pensamento do mar

Creio que não podemos falar do pensamento do mar, se nem temos noção exacta do que se trata, da tua extensão, composição... Podemos sim falar do que o próprio mar já nos deu que pensar. E disso, temos provas. Luís de Camões, Fernando Pessoa, e tantos outros escritores. E nós, os observadores e pensadores. O mar já nos mostrou tantas facetas: a lúdica, a trágica, a enigmática, a imprevisível, a estética, a prática... Só deixamos de nos questionar sobre algo, quando conhecemos na totalidade. E isso, nunca vai acontecer com o mar.
 
Margarida Soares, 10º F

Momento de oralidade


Leitura:
Anástrofe e incerteza em Tony Carreira
Quem é, hoje, o mais conhecido poeta português?
A academia divide-se, o que demonstra, uma vez mais, que a Academia não percebe nada do assunto. Inúmeros portugueses sabem os seus versos – e, no entanto, a universidade despreza-o, a crítica ignora-o, as selectas barram-lhe a entrada. Valha-nos o povo, especialmente aquela parcela do povo que é constituída por senhoras maiores de 50 anos, que o venera. O mais famoso poeta da actualidade é, sem dúvida nenhuma, Tony Carreira. Fazia falta um estudo sério sobre a sua obra. Um pouco vergado sob o fardo de ser sempre pioneiro a fazer o que faz falta, aqui o apresento.
O primeiro aspecto que o leitor de Tony Carreira deverá ter em conta é o seu universo vocabular. Carreira definiu um vocabular restrito, não porque queira como Eugénio de Andrade, estabelecer um conjunto de vocábulos essenciais e, a partir desse núcleo, obter uma expressividade reforçada pelos contextos inesperados q surgem, mas, ao que tudo indica, porque conhece poucas palavras. E a maior parte das que conhece não tem muitas sílabas. Tony Carreira não perde tempo a procurar o adjectivo certo. Na dúvida, é tudo «lindo». É o caso da vida, no poema «Não chores mais» («Não chores mais/ não nunca mais/ que a vida é tão linda»), da mãe, em «Mãe querida» («Hoje velhinha estás, querida mãezinha/ Mas para mim sempre serás tu a mais linda»), de uma casa, em «Coração perdido» («Hoje vives numa linda casa»), ou de varias coisas, no poema «Ai que saudades» (nele o herói parte de «uma casinha branca tão linda», recorda «esse cantinho doce e tão lindo» e anseia pelo regresso à «ilha linda (…) que o viu nascer»,que é, evidentemente, a «ilha da Madeira»).
Mas quem é, no fundo, Tony Carreira? No essencial, talvez um vagabundo. O poeta apresenta-se como «um eterno vagabundo» (em «Quem era eu sem ti»), declara «Sou vagabundo, não vou parar» (em «A minha guitarra»), descreve-se como «um romântico, meio vagabundo» (em «Será que sou feliz»), adianta que «ninguém conseguia mesmo parar/ o meu lado vagabundo» (em «Um homem muda»), define-se como um «vagabundo feliz» (em «A minha que eu escolhi») e, no belíssimo «Eterno vagabundo», confessa: «Já pensei ter mulher/ Ter um lar a condizer/Mas não deu// Porque o meu coração/ É vagabundo/ Até mais não». Talvez o melhor retrato do poeta seja, de facto, o deste «vagabundo até mais não», uma vez que, como vimos, há muita indigência na poesia da Carreira (e aqui estou a ser tão denotativo quanto conotativo).
Enquanto poeta, Tony Carreira está preocupado com dois problemas principais: a quantidade de frases que, não terminando numa palavra acabada em «ar», não podem rimar com outras frases que terminem numa palavra acabada em «ar» ( e por isso recorre com frequência a belas anástrofes, como em «Morena bonita»: «Um dia destes eu com ela vou falar/ Vou fazer tudo p’ra seu amor conquistar»); e as idiossincrasias do amor, e as perplexidades que elas causam. Neste capítulo, são exemplares os poetas «Qualquer dia posso-me cansar» («E quando as coisas correm mal porque é que tu ofendes/ Se ao fim da noite queres fazer as pazes na calma?») e «Cai nos meus braços, Maria»(«Tu que estás aí dançando/ Faz aquilo que eu desejo/ Vem para mim bamboleando/ Sim, tropeça nos meus beijos (…)Vem nesse

bamboleando/ Escorrega nos meus lábios»), sendo que este último parece alertar para o carácter traiçoeiro dos beijos, que ora fazem tropeçar, ora saem de lábios escorregadios. A registar por quem, desejando entregar-se aos prazeres do amor, não queira, ainda assim, partir uma perna.
Fica o incentivo para uma leitura atenta da poesia de Tony Carreira – que, por ser inclassificável, não me sinto capaz de adjectivar. A não ser, talvez, com a expressão «muito linda».
Pereira, Ricardo Araújo. Boca do Inferno, Lisboa. Tinta-da-china. 2008        
Dissertação:
Ricardo Araújo Pereira
·         Humorista português;
·         Nasceu em 28 de Abril de 1974;
·         Filho de piloto da TAP e assistente de bordo;
·         Aluno de colégio de Freiras e licenciou-se em comunidade social e cultural na Universidade Católica Portuguesa;
·         Começou a trabalhar como jornalista no jornal letras, artes e ideias;
·         De seguida colaborou em programas como argumentista de sucesso como:”Herman SIC” e o “Programa da Maria”. E escreveu várias crónicas nos jornais: “Expresso” e “Diário de Notícias”;
·         Apareceu em 2003 na TV, continuando a sua carreira como actor humorista também em:  “Levanta te e ri”, “O perfeito a normal” e “Gato fedorento”. Mais tarde elaborou: “Série Fonseca”, “Série Meireles”, “Série Barbosa”, “Diz que é uma espécie de magazine” e “Zé Carlos”;
·         Actualmente escreve no jornal “A bola” e na revista “Visão”. As melhores crónicas publicadas na revista “Visão” foram utilizadas nos livros “Bocas do Inferno” e “Novas Bocas do Inferno”;
·         Por fim, Benfiquista, mora na margem sul com a sua esposa Maria José Areias e com as suas duas filhas Rita e Inês.


Improvisação:
Chão
O chão é tudo aquilo que pisamos, quer seja terra arável ou pavimento.
É a superfície onde construímos as nossas primeiras casas onde plantamos e colhemos os nossos alimentos e onde nos colocamos.
Devido ao egoísmo de algumas pessoas, a disputa pelos territórios provoca discussões, guerras e outros conflitos. Além disso, maltratamos a terra fazendo de alguns lugares lixeiras e abatemos os seres vivos permanentemente ligados a ela que são as árvores.

A terra e todo o meio ambiente deve ser preservado, porque ao destruímos o que nos rodeia, estamos a prejudicar-nos directamente e a hipotecar a nossa espécie.
Desde os primórdios da nossa civilização, a terra, o ar, a água e fogo são considerados os quatro elementos essências.

Rita Duarte, 12 F

sábado, 4 de dezembro de 2010

Trabalhos de recuperação

Para os/as alunos/as que precisarem (sentirem necessidade) de compensar o resultado do teste ou de outros trabalhos)

HIPÓTESES (para escolheres):

1. Elabora um teste sobre OS Lusíadas. Deverá ter III grupos. No primeiro deves incluir um excerto da obra e fazer 5 perguntas de interpretação e estilo.
No segundo, cinco perguntas gerais sobre as temáticas associadas a esta obra, que tenhamos estudado.
No terceiro, um tema de desenvolvimento à tua escolha.
Atribui uma cotação às perguntas, resolve o teste, corrige-o e classifica-o.
O teste não deve ser copiado de lado nenhum, mas ser absolutamente original, por ti criado. Claro que podes e deves consultar informação, principalmente o teu manual. O mesmo se aplica às respostas. Nada de frases copiadas (um professor sabe ver isso), mas deves ler, inspirar-te e depois criar as tuas respostas.

2. Elabora um teste sobre Mensagem. Deverá ter III grupos. No primeiro deves incluir um excerto da obra e fazer 5 perguntas de interpretação e estilo.
No segundo, cinco perguntas gerais sobre as temáticas associadas a esta obra, que tenhamos estudado.
No terceiro, um tema de desenvolvimento à tua escolha.
Atribui uma cotação às perguntas, resolve o teste, corrige-o e classifica-o.
O teste não deve ser copiado de lado nenhum, mas ser absolutamente original, por ti criado. Claro que podes e deves consultar informação, principalmente o teu manual. O mesmo se aplica às respostas. Nada de respostas copiadas (um professor sabe ver isso), mas deves ler, inspirar-te e depois criar as tuas respostas. 

3.  És o secretário de Luís de Camões. Antes de escrever Os Lusíadas, ele ditou-te algumas notas sobre como iria ser a sua obra. Agora vai começar a sua tarefa, e pede-te que lhe releias o que escreveste, que lhe recordes o seu plano sobre a estrutura, temáticas, conteúdos, etc. Deverá interromper-te uma ou outra vez para esclarecer melhor um determinado aspecto. Também aqui o texto não deve ser copiado de lado nenhum, mas ser absolutamente original, por ti criado. Claro que podes e deves consultar informação, principalmente o teu manual.  Nada de passagens copiadas (um professor sabe ver isso), mas deves ler, inspirar-te e depois criar o teu texto. 

4. .  És o secretário de Fernando Pessoa. Antes de escrever Mensagem, ele ditou-te algumas notas sobre como iria ser a sua obra. Agora vai começar a sua tarefa, e pede-te que lhe releias o que escreveste, que lhe recordes o seu plano sobre a estrutura, temáticas, conteúdos, etc. Deverá interromper-te uma ou outra vez para esclarecer melhor um determinado aspecto. Também aqui o texto não deve ser copiado de lado nenhum, mas ser absolutamente original, por ti criado. Claro que podes e deves consultar informação, principalmente o teu manual.  Nada de passagens copiadas (um professor sabe ver isso), mas deves ler, inspirar-te e depois criar o teu texto.